Pelo terceiro ano seguido, o Espírito Santo é o líder em solidez fiscal entre os estados brasileiros, conforme o Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Além disso, o estado avançou para a 5ª posição no Ranking Geral de Competitividade, subindo duas posições em relação ao ano anterior.
O desempenho do Espírito Santo é avaliado em várias áreas estratégicas, com base em dez pilares temáticos e 100 indicadores. Isso reflete a capacidade do estado de proporcionar um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico e à melhoria da qualidade de vida da população.
Destaques na Solidez Fiscal
O pilar de Solidez Fiscal, divulgado na última quinta-feira (27), inclui nove indicadores sobre a sustentabilidade das finanças estaduais, como Taxa de Investimentos, Regra de Ouro, Solvência Fiscal e outros. O Espírito Santo se destacou, ocupando o 1º lugar em Regra de Ouro, Solvência Fiscal e Poupança Corrente, além de ser o 2º em Taxa de Investimentos e Gasto com Pessoal.
Manter a liderança em Solidez Fiscal significa que o Espírito Santo equilibra suas contas públicas, controla despesas e dívida, e mantém a capacidade financeira para investimentos. O 1º lugar em Regra de Ouro demonstra que o estado não recorre a financiamentos para despesas correntes, preservando o endividamento para investimentos de longo prazo.
A Solvência Fiscal relaciona o tamanho da dívida estadual à receita disponível para pagamento, e a liderança neste indicador mostra que o estado tem baixo comprometimento de receitas com dívidas, o que possibilita planejar investimentos e executar políticas públicas.
A Poupança Corrente mede o que sobra das receitas correntes após as despesas necessárias, e uma maior margem indica mais recursos disponíveis para investimentos sem comprometer o equilíbrio fiscal.
O secretário de Estado da Fazenda, Benicio Costa, destacou: "O Espírito Santo se tornou referência nacional em solidez fiscal porque construiu, ao longo dos anos, uma gestão baseada em responsabilidade, planejamento e equilíbrio das contas públicas. Por manter as contas organizadas, conseguimos ser, proporcionalmente, o Estado que mais investe no país, ampliando nossa capacidade de entregar infraestrutura, serviços públicos e oportunidades aos capixabas."
Ranking de Solidez Fiscal
Confira a posição dos estados no ranking de solidez fiscal: 1º Espírito Santo (100), 2º Mato Grosso (85,19), 3º Maranhão (82,46), 4º Santa Catarina (70), 5º Pará (69,44), 6º Paraná (69,40), 7º Amazonas (66,31), 8º Goiás (57,58), 9º Sergipe (56,13), 10º Mato Grosso do Sul (54).
Em seguida estão: 11º Ceará (51,67), 12º Pernambuco (48,75), 13º Piauí (47,41), 14º São Paulo (47,33), 15º Alagoas (46,05), 16º Paraíba (45,46), 17º Bahia (44,89), 18º Roraima (36,83), 19º Distrito Federal (35,83), 20º Rondônia (35,20), 21º Acre (24,58), 22º Amapá (22,80), 23º Rio de Janeiro (17,22), 24º Minas Gerais (15,47), 25º Tocantins (10,23), 26º Rio Grande do Sul (4,47), 27º Rio Grande do Norte (0).
Infraestrutura em Destaque
O Espírito Santo também se destacou no 2º lugar no pilar de Infraestrutura, evidenciando que oferece boas condições estruturais para atender à população e apoiar o desenvolvimento econômico. O pilar avalia aspectos como energia elétrica, telecomunicações, saneamento e transportes.
Uma boa posição em infraestrutura significa maior disponibilidade e qualidade de serviços, condições melhores para o funcionamento das empresas, circulação de pessoas e mercadorias, além de atração de investimentos.
O avanço para a 5ª posição no Ranking Geral de Competitividade reflete o desempenho do Espírito Santo em áreas estratégicas, demonstrando sua capacidade de oferecer condições favoráveis ao desenvolvimento econômico e à melhoria da qualidade de vida da população.
